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GNECCO, Celso. Como a tinta protege o aço. In: SIMPÓSIO SOBRE PATOLOGIA DAS EDIFICAÇÕES: PREVENÇÃO E RECUPERAÇÃO, 1989, Porto Alegre. Anais... Porto Alegre, 1989. p. 302-323.
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Número de Trabalhos: 2 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
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Resumo

Dentre as piores formas de degradação do aço está a corrosão em ambientes úmidos. A presença do eletrólito faz com que entre metais diferentes ou mesmo em metais isolados ocorra a corrosão galvânica por causa de: diferença de potencial, elementos de liga, tensões e diferencial de oxigenação. Para evitar ou minimizar este tipo de corrosão, a tinta é o material mais promissor. É necessário conhecer os mecanismos de proteção das tintas para evitar sub ou super dimensionamento que resultam em prejuizos. São trás estes mecanismos: barreira, inibição anódica e proteção catódica. No primeiro, a tinta apenas isola o eletrólito do metal, sendo mais eficiente quanto mais espessa e impermeãvel. No segundo, são utilizados pigmentos ínibidores para atenuar a corrosão quando a barreira é ultrapassada pelo eletrólito. No terceiro, a proteção é feita com pigmento de zinco, de maneira que este sofra a corrosão em vez do aço na presença do eletrólito. As peças de aço são mais caras e difíceis de serem trocadas, enquanto que a tinta é passível de ser retocada. É necessário também, combinar estes sistemas de proteção, através de esquemas de pintura apropriados para cada ambiente, para se obter o máximo desempenho das tintas.
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