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CAMPOS, Márcio. 80 Tage Wien. Revista de Urbanismo e Arquitetura, Salvador, v. 1, n. 6, p. 94-9, jul./dez. 1996.
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Resumo

Em 1989 a queda do regime comunista nos países da Europa de leste tornou-se para a cidade de Viena, favorecida pela sua posição geográfica, a oportunidade de voltar a ocupar a condição, que até a primeira metade deste século lhe coube, de metrópole da Europa Central. Seis anos depois, se por um lado a Áustria se firmou como o principal parceiro econômico das "novas economias capitalistas", circunstâncias extremamentevalorizada desde janeiro de 1995 com a entrada do país na União Européia-pois países como a Hungria, a Eslovênia, a Eslováquia ou a República Tcheca têm a Áustria como o principal negociador para a admissão na União-a cidade de Viena parece não ter conseguido atrair para si investimentos suficientes para se afirmar como centroda Europa Central, disputando cada vez mais com cidades como Praga, Budapeste, Varsóvia ou mesmo Moscou um mercado que, segundo o próprio festival, se torna desterritorializado em função da globalização via redes de informação.
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