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SILVA, Alessandro Porciuncula Gentil da et al. Associações de comunidades em áreas de risco. 1996,
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Resumo

A partir do final da década de 1940, os processos de urbanização aceleraram-se em todo o país, provocando notável acúmulo de demanda por serviços sociais, infra - estrutura e habitação, além de ampliar consideravelmente o mercado de trabalho urbano. Esta dinâmica provocou nas décadas de 1970/80 uma periferização acentuada e destinos marginais para contingentes populacionais não absorvíveis pelo mercado de trabalho. Grande parte deste contingente populacional vem sobrevivendo com péssimas condições de moradia em áreas sem infra - estrutura constituindo ocupações irregulares (favelas, invasões, loteamentos clandestinos). Estas ocupações são implantadas na sua maioria em áreas de risco, tais como: encostas instáveis, áreas alagadiças ou com graves problemas de saneamento, áreas sob fios de alta -tensão. Seus moradores estão potencialmente sujeitos à expulsão ou à tragédias, cada vez mais presentes na acentuada topografia de Salvador. Diante deste quadro, foi feito um levantamento das comunidades que, nestas ocupações, dispusessem de associação com membros livremente eleitos. A pressuposição é de que tais comunidades organizadas tenham interesse na elaboração de projetos de arquitetura e urbanismo, para os quais a Universidade pode contribuir através de atividades de extensão e pesquisa. Além disso, a atuação da Faculdade de Arquitetura pode avançar metodologias adequadas em trabalho coletivo e técnicas alternativas ou realizar proposições espaciais que possam ser associadas a programas sociais. A pesquisa e busca de soluções viáveis que possam aliviar as péssimas condições de moradia e qualidade de vida das comunidades carentes corresponde aos objetivos da instituição, sem confundir caridade e assistencialismo com solidariedade e produção de saber para o desenvolvimento social. A atuação de vários órgãos e instituições oficiais na área de habitação e infra - estrutura favorece a absorção destes conhecimentos e propostas da Universidade, pois esta supre uma de maiores deficiências da atuação de órgãos executivos do aparelho de Estado: pouca atenção às práticas de participação popular, ausência de valorização da cidadania e de difusão do saber. Sem esta conjunção de esforços, não há melhoria do quadro social. A pesquisa demonstrou a existência de 77 comunidades organizadas em áreas de risco e permitiu a classificação destas áreas segundo critérios de localização, gravidade de risco e tipos de risco.
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