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Fernandes, Maurício. Escos: participação de novos agentes. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA, 14., 1997, Belém. Anais... Belém, 1997.
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Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 1 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: 1
Índice h: 1  
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Resumo

O princípio da repartição de riscos em projetos de conservação e de eficiência energética pode encontrar uma solução operacional através das ESCOs (Energy Service Companies) ou ESEs (Empresas de Serviços Energéticos). A descrição do modus operandi das ESCOs não será tratada de maneira exaustiva nesse informe. Vale lembrar somente que o tipo de serviço realizado demanda uma relação contratual através da qual as ESCOs prestam o serviço de racionalização energética para o cliente, assumindo os custos envolvidos para a operacionalização do projeto. Essa relação ESCO-cliente é viabilizada pela forma conhecida como contrato desempenho. A remuneração e a recuperação do capital investido dependem das economias de energia obtidas após a realização do serviço proposto pela ESCO. Essa forma contratual exige a definição prévia de critérios e indicadores objetivos que permitam avaliar se as medidas propostas geram realmente a economia de energia estabelecida no contrato. Em síntese, o tipo de serviço proposto pela ESCO envolve a auditoria energética, a prestação de serviços, a compra de novos equipamentos e o acompanhamento técnico do desempenho do novo projeto.
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