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BENDATI, Maria Mercedes de Almeida; MAIZONAVE, Carmem Rosália Marodin. Balneabilidade da praia do Lami (Porto Alegre, RS) no período de 1990-1996 : avaliação da recuperação da qualidade da água. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 19., 1997, Foz do Iguaçu. Anais… Foz do Iguaçu, 1997.
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Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: Nenhum co-autor encontrado

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Resumo

A Praia do Lami, no extremo sul de Porto Alegre (RS), é um balneário de água doce, com extensão aproximada de 1500m, na margem esquerda do sistema hídrico do Guaíba. Com população residente de cerca de 3.000 pessoas, a praia do Lami apresenta, no entanto, afluxo considerável de veranistas no período de verão. A partir de 1990, foram realizadas obras de saneamento no local, com implantação do sistema de tratamento e abastecimento de água e coleta e tratamento de esgotos. Com o objetivo de acompanhar a eficiência do sistema de tratamento de esgotos e a retirada das fontes locais de contaminação, foram realizados desde 1989, monitoramentos da qualidade da água, a fim de verificar as condições de balneabilidade, especialmente nos períodos de verão. Verificou-se que após a implantação das obras de saneamento, houve melhoria da qualidade da água do local, sendo que em 1996 a praia do Lami apresentou plena condição de balneabilidade. Os resultados de coliformes fecais (médias geométricas anuais e de temporada) apresentaram uma progressiva redução nos quatro pontos de coleta de 1990 a 1996, sendo as médias inferiores a 1000 NMP/100 ml. Embora as obras de saneamento executadas na região sejam responsáveis por essa recuperação, evidencia-se, no entanto, a dependência de condições meteorológicas em cada temporada. Foi observado que existe uma relação entre as precipitações pluviométricas e o aumento de coliformes fecais presentes no ambiente aquático, devido ao aporte decorrente de um arroio que deságua na praia. Nesse sentido, a seqüência dos resultados obtidos influi consideravelmente na avaliação da balneabilidade, conforme o disposto na Resolução n°. 20 do CONAMA, classificando a praia como Própria ou Imprópria para recreação de contato primário.
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