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PINTO, Oto Elias et al. Automação de estação de tratamento de água. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 19., 1997, Foz do Iguaçu. Anais… Foz do Iguaçu, 1997.
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Resumo

A automatização pode ser considerada uma necessidade para otimização da confiabilidade e da relação custo beneficio na maioria dos processos. No caso das estações de tratamento de água, pode-se ter um sistema monitorado e controlado a distância (informatizado) ou realmente automatizado com sistema local inteligente tomando ações de forma independente na própria estação, com gerenciamento através de relatórios fornecidos por um adequado software de supervisão. Iniciamos na unidade de negócios Vale do Ribeira os estudos para automatização de uma estação de tratamento de água em maio de 1995. Após várias fases e parcerias com empresas fornecedoras de equipamentos, e testes realizados, definimos o projeto piloto, adquirimos os materiais e efetuamos partida na primeira estação com o processo totalmente automatizado da SABESP, em junho de 1996. Os resultados foram plenamente satisfatórios, o que resultou em prosseguirmos para automatizarmos as dezoito estações operadas pela Unidade de Negócios Vale do Ribeira. Atualmente, definimos um padrão a ser seguido nas montagens das dezoito estações, sendo que a maior delas já se encontra totalmente automatizada. Trata-se da estação de tratamento de água de Registro SP, com capacidade de 240 l/s, atendendo 60.000 habitantes. A estação controla automaticamente a dosagem ótima de coagulante, alcalinizante, cloro, flúor e possui rotinas de alarme que desliga a captação de água bruta e a estação de tratamento em casos de anormalidade em qualquer parâmetro. Um Centro de Controle Operacional funcionando vinte e quatro horas por dia, supervisionará todas as estações, de forma a agilizar qualquer ação necessária.
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