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ZOPPI-FONTANA, Mônica Graciela. Camelôs e o direito a cidade. In: ENCONTRO NACIONAL DA ANPUR, 7., 1997, Recife. Anais... Recife: ANPUR, 1997. p. 1160 - 1179.
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Resumo

Nos últimos anos, as cidades brasileiras foram cenário freqüente de enfrentamentos e conflitos entre comerciantes formais (lojistas) e camelôs. Manifestações, passeatas, confusão, quebra-quebra, acompanhadas de perto pela polícia, são a face visível dessa tensa relação, que comporta também tentativas de negociação entre as partes envolvidas, a saber: comerciantes, camelôs e prefeitura. Pensar a cidade implica, então, pensar como ela significa, quais são os sentidos produzidos nela e sobre ela pelos diversos discursos que a configuram e interpretam (cf. LABEURB,1996). O que nos leva a colocar a questão das representações do espaço/tempo urbano trabalhadas pela linguagem enquanto campo simbólico de elaboração do sentido. No caso específico dos camelôs, que nos ocupa neste trabalho, focalizamos as formas de representação do espaço, estudando as diversas designações pelas quais se nomeiam: os espaços públicos, as diversas modalidades de ocupação e uso desses espaços e os atores sociais que neles desenvolvem sua prática. O objetivo do trabalho é analisar os conflitos territoriais que se produzem em torno do espaço público da cidade, quando interpretado e resignificado em relação ao caso dos camelôs.
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