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BALLARIN, Adriano Wagner; RIBEIRO, Atayde Barbosa. Variação da resistência à compressão paralela às fibras da madeira de E. Citriodora com a umidade. In: ENCONTRO BRASILEIRO EM MADEIRAS E ESTRUTURAS DE MADEIRA, 6., 1998, Florianópolis. Anais... Florianópolis: IBRAMEM, 1998. p. 229-240.
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Resumo

Seguindo tendência mundial, representada nos principais textos normalizadores da madeira e das estruturas de madeira, o novo projeto de norma brasileira no assunto (NBR 7190/96) definiu uma umidade de referência - condição padrão de referência - para reportar resultados de ensaios de resistência e rigidez da madeira. Assim, na caracterização usual das propriedades de um dado lote de madeira, os resultados de ensaios realizados em diferentes teores de umidade da madeira devem ser apresentados com os valores corrigidos para a umidade padrão de 12%. Considerando-se a limitada confirmação experimental dos resultados sugeridos pela expressão teórica de correção dos valores dessas propriedades para a umidade padrão, o estudo desenvolvido, uma contribuição inicial à análise do fenômeno, teve como objetivo a determinação da variação da resistência à compressão paralela às fibras da madeira de eucalipto citriodora (E. citriodora) com a umidade. Foram ensaiados no mínimo 12 corpos de prova (um de cada árvore) para cada um dos cinco níveis de umidade especificados na NBR 7190/96 (³ 25% - madeira saturada - 18%, 15%, 12% e madeira seca em estufa). A madeira foi cedida pelo Horto Florestal da FEPASA, em Rio Claro - SP, adotando-se na seleção das árvores, com idade de 57 anos, a amostragem inteiramente aleatória. As dimensões dos corpos de prova e a metodologia de ensaio seguiram as novas prescrições normativas. Os níveis de umidade foram atingidos por secagem natural dos corpos de prova. Na análise dos resultados, considerando-se 5 tratamentos (níveis de umidade) e 12 blocos (cada árvore foi considerada um bloco), foi aplicado o teste de médias para comparação dos tratamentos, sendo ainda elaborado um ajuste de regressão da umidade com os valores independentes de resistência à compressão paralela às fibras. Foi constatada a tendência de comportamento linearmente variável para as grandezas resistência e umidade, quando considerada a umidade abaixo do ponto de saturação das fibras. A expressão teórica proposta pela norma para previsão de valores de resistência nessas condições foi validada pelos resultados experimentais obtidos. Maior precisão foi obtida com uso da expressão teórica modificada, considerando-se o fator de influência da umidade igual a 2,5.
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