Mais informações

SILVA, F. J. A. da; Silva, S. A. Lagoas de estabilização no Ceará : prospecto e tendências. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 19., 1997, Foz do Iguaçu. Anais… Foz do Iguaçu, 1997.
Clique no nome do(s) autor(es) para ver o currículo Lattes:

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: Nenhum trabalho cadastrado(Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: Nenhum co-autor encontrado

Resumo

O emprego de lagoas de estabilização vem crescendo consideravelmente no Nordeste Brasileiro, e em especial no Estado do Ceará. No momento, o Ceará conta com quase 40 sistemas de lagoas de estabilização, que tratarão efluentes de uma população de mais de meio milhão de habitantes até o ano 2.000. Somente a Região Metropolitana de Fortaleza possui 17 sistemas que atendem a cerca de 250.000 habitantes. A eficiência dos sistemas é satisfatória, sendo que os sistemas de lagoas em série produz efluentes passíveis de serem reusados, atendendo critérios totais ou parciais da Organização Mudial da Saúde. Todo o efluente produzido é despejado em corpos hídricos da região, que muitas vezes possui qualidade de água bastante comprometida por fontes difusas de poluição, que não efluentes de lagoas. Pelo menos 10.000 m3 de vazão diária poderiam ser aproveitados em práticas de reuso (irrigação e aquicultura). No entanto o estudo verificou que há prática de reuso não planejado, com produção de peixe (Tilápia do Nilo), hortaliças, forragem e frutas (côco e maracujá). É necessário portanto, o desenvolvimento de uma política especial para aproveitamento de efluentes de lagoas como parte dos recursos hídricos do Ceará, promovendo o uso conservativo da água, possibilitando também a geração de emprego e renda num dos estados mais pobres da fedaração.
-