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MOROSINE, Maria de Fátima Morais; AQUINO, Marcia Toscano de Brito; ESPÍNOLA, Ana Lúcia Queiroz. Lixo nas praias, um problema ambiental. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 20., 1999, Rio de Janeiro. Anais… Rio de Janeiro, 1999.
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Resumo

Um dos mais graves problemas urbanos contemporâneos é a falta saneamento básico. A disposição de lixo próximo aos corpos d'água, lançamento de esgoto in natura, além do mau uso do solo vem favorecendo a degradação e contaminação dos recursos hídricos costeiros tais como praias, estuários e baías que tem recebido cargas significativas desses poluentes, com repercussões negativas na saúde, turismo, pesca e sobretudo no equilíbrio dos ecossistemas costeiros. Nos últimos anos, a zona costeira paraibana vem sendo palco de vários tipos de agressões ambientais causadas pela ação antrópica, podendo-se destacar: a ocupação desordenada das margens dos rios que ao longo do seu percurso é ladeado por favelas, fazendo-os receberem lançamentos de esgoto a céu aberto, resíduos sólidos e, os próprios esgotos da rede oficial. Os impactos causados pelos usuários das praias podem ser mensurados de diferentes formas de pressões destes sobre os ambientes costeiros. Destaca-se dentre as causas que contribui para a queda da qualidade ambiental da zona litorânea, o mal hábito dos banhistas descartarem o lixo nas areias e nos recurso hídricos litorâneos, comprometendo a qualidade sanitária e em especial a beleza cênica da paisagem. O resultado das ações educativas adotadas através das medidas preventivas e todo aporte legislativo utilizado como medida corretiva, para punir os infratores quando do não atendimento aos condicionamentos exigidos pela SUDEMA, já podem ser sentidos através das denuncias que são encaminhadas ao órgão, postura adotada pelos próprios moradores da região, quando na suspeita e ou constatação do descarte de lixo nas praias, nas margens dos rios litorâneos. O cidadão comum começa a perceber as implicações negativas de se viver num ambiente poluído e degradado, começando a cobrar e exercer a sua cidadania, a partir do momento em que ele passa a ser um fiscal do ambiente em que vive.
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