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GUEDES JÚNIOR, Alexandre. Mapeamento hidrogeológico da Ilha de Santa Catarina utilizando geoprocessamento. 114p. Dissertação (Pós-graduação em Engenharia Civil) - Universidade Federal de Santa Catarina,Florianópolis,1999.
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Resumo

Na Ilha de Santa Catarina ocorrem dois Sistemas Aqüíferos principais, o Sistemas Aqüíferos Fraturado, referente as rochas ígneas e o Sistemas Aqüíferos Sedimentos Inconsolidados, referente aos depósitos sedimentares recentes. As águas subterrâneas ainda são relativamente pouco utilizadas, frente ao grande potencial de abastecimento que estes sistemas aqüíferos apresentam, mostrando vazões e qualidade de água excelentes, sendo estratégicos para abastecimento público, principalmente com o crescimento da população Ilhéu. A nova Política Nacional de Recursos Hídricos, salienta no seu texto o reconhecimento da água como bem mineral estratégico, finito, vulnerável sendo favorável a adoção da bacia hidrográfica como umidade de planejamento e do monitoramento dos mananciais hídricos das bacias, tanto superficiais como subterrâneos, podendo a captação e a distribuição serem trabalhados a níveis locais. Para que as águas subterrâneas sejam aproveitadas adequadamente, primeiro deve-se reconhecer sua forma de ocorrência. Usualmente este trabalho de mapeamento hidrogeológico, onde mostra-se os dados de todos os sistemas aqüíferos da Ilha de Santa Catarina. A tecnologia GIS, demonstrou ser extremamente importante no mapeamento hidrogeológico e armazenamento de dados, tanto espaciais como alfanuméricos permitindo uma maior interação e facilidade de manipulação das informações. Iniciando com o mapeamento clássico por fotografias aéreas e imagens de satélite, com complementação por trabalhos de campo e dados de poços tubulares profundos, pode-se descrever a hidrogeologia da ilha. Os dados relativos aos poços, foram obtidos junto a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento, CASAN, condomínios e empresas particulares, sendo convertidos para o meio digital e processados conjuntamente com as microbacias, unidades de planejamento e dados de população, o que permitiu avaliar o potencial de uso da água subterrânea para abastecimento da Ilha de Santa Catarina, partindo da microbacia como unidade de gestão.
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