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silva, Andréa Paula Galvão. Aspectos da produção civil na sistematização do controle da qualidade do equipamento de proteção individual: estudo de caso do capacete de segurança para uso na indústria. Orientação de Osvaldo Luís Gonçalves Quelhas.201p. Dissertação (Pós-Graduação em Engenharia Civil) - Escola de Engenharia, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 1999.
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Resumo

No atual sistema de controle de qualidade de um Equipamento de Proteção Individual - EPI, o que caracteriza a sua qualidade é o Certificado de Aprovação -CA, emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)/Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (SSST) e o nome do fabricante, ambos gravados de forma indelével no equipamento. Tais requisitos não são suficientes para provar que um EPI está qualificado para uso, pois tais identificações podem estar com prazo de validade vencido, e por muitas vezes, podem ser falsos. A não garantia da eficácia da qualidade ocorre porque o conjunto de Normas Técnicas existentes, não possibilitam testar a totalidade dos EPIs vendidos no mercado; o número de laboratórios credenciados para realização de ensaios é insuficiente, principalmente no mercado globalizado em que hoje vive a sociedade. Por outro lado a Delegacia Regional do Trabalho - DRT (órgão responsável pela fiscalização da qualidade de um EPI) possui um número reduzido de agentes fiscalizadores e em muitos casos restringe-se apenas a exigência do CA, facilitando, assim, a existência de fabricantes/importadores que negligenciam este sistema vendendo os chamados EPIs "piratas" (não possuem CA ou o mesmo trata-se de um falso CA). Mediante tais fatores, o presente trabalho apresenta uma proposta de sistematizar de forma mais adequada o controle da qualidade dos EPIs, tratando particularmente de capacetes para uso na indústria. Foi incluído também neste trabalho a implantação de um laboratório para ensaio deste EPI, na Universidade Federal Fluminense, devido ao novo modelo de Certificação, criado pelo Ministério do Trabalho em conjunto como o INMETRO, que se encontra ainda em fase inicial de aplicação.

Abstract

In the current system of quality of an Individual Protection of Equipment -IPE, what characterizes its quality is its Approval Certificate - AC, which is emitted by Ministry of Work and Employment (MWE) the Office of Safety and Health Work (OSHW) and the manufacturer's mane, both carved in the equipment in an indelible way. Such requirements are not enough to prove that an IPE is qualified for use, because such identifications can be at expiry date of validity and a lot of times, they can be false. The effective non guarantee of quality happens because the group of existent Technical Norms, they don't enable to test the totality of IPEs sold in the market of authorized laboratories for accomplishments of the analysis is insufficient, mainly in the global market in which the society lives nowadays. On the other hand the Regional Delegacy of Work - DRW (a responsible organ for the fiscalization of the quality of an IPE) possesses a reduced number of supervised agents and in many cases it just limits to the demand of an AC, facilitating, in this way, the existence of manufactures/importers that neglect this system selling the so called "pirates" IPEs (they don't possess AC or it is a false AC). By means of such factors, the present work states a proposal of systematizing in a more appropriated way the control of quality of the IPEs, being particularly about helmets to be used in industry. Also adding to this work the introduction of a laboratory for the analyses of this IPE, at the Universidade Federal Fluminense, due to the new model Certification, created by the Ministry of work and INMETRO, that is still initial phase application.
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