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hid, Alexandre Ricardo. Expansão urbana e ocupação predial às margens do Igarapé - São Francisco. 1vDissertação (Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil) - Universidade Federal de Santa Catarina,Florianópolis,2000.
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Resumo

Esta dissertação mostra, através de uma visão sinóptica, a evolução temporal da expansão da mancha urbana da cidade de Rio Branco, capital do Estado do Acre, na bacia do Igarapé São Francisco, considerando que o conhecimento desta evolução no espaço físico da bacia, é fundamental para melhor equacionar os efeitos negativos do processo de urbanização e sua adequação ao meio ambiente. São visíveis na bacia, aumentos da poluição hídrica, assoreamento nos igarapés, enchentes, ocupação predial em margens, remoção de mata ciliar e erosão, revelando uma urbanização desordenada, a parte da legislação existente, demonstrando a frágil intervenção governamental. Neste sentido, esta pesquisa procura contribuir para o conhecimento da realidade através de dados sobre a ocupação da cidade na bacia, identificando os bairros contribuintes e as áreas de ocupação desordenada situadas às margens do Igarapé São Francisco. Também, neste contexto, analisa o controle do cadastro imobiliário no município, reúne e sistematiza a legislação urbana e ambiental inerentes à questão, e ainda, relaciona as ações governamentais que objetivam mitigar os efeitos negativos deste processo, com o propósito de fornecer informações indispensáveis para subsidiar as administrações públicas no contínuo processo de planejamento físico-territorial da cidade. No desenvolvimento da pesquisa, foram utilizadas imagens orbitais, fotografias aéreas, materiais cartográficos, material bibliográfico em forma analógica e digital, procedentes de diversos órgãos públicos e concessionárias, bem como, realizado geoprocessamento de informações. Entre os resultados, foram produzidos mapas temáticos como o da evolução da mancha urbana de Rio Branco de 1955 a 1999, da situação da antropização em toda a bacia em 1999, dos bairros contribuintes da bacia e os situados na faixa de preservação de 150m adjacente às margens do igarapé São Francisco. Dentro da gravidade que envolve o tema da pesquisa e da inércia das políticas públicas, ressalta-se a importância da utilização de modernas ferramentas de planejamento para o conhecimento do território e auxílio no monitoramento e controle urbano-ambiental, como o sensoriamento remoto, o geoprocessamento e o cadastro técnico multifinalitário.
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