Mais informações

CAPOZZI, Simone. Produção popular: presidente da Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano diz como o segmento pode ajudar a reduzir o déficit habitacional brasileiro. Construção, São Paulo, ano 53, n. 2739, p. 12-1, ago. 2000.
Clique no nome do(s) autor(es) para ver o currículo Lattes:

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 4 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: Nenhum co-autor encontrado

Resumo

Segundo dados da Aelo ( Associação das Empresa de Loteamento e Desenvolvimento Urbano do Brasil ), a iniciativa privada foi responsável por 94% da área urbanizada no Estado de São Paulo entre 1994 e 1997. Em apenas um ano, 1996, os loteadores teriam urbanizado 39 milhões de m2 com a criação de 116.054 lotes, totalizando mais de 400 milhões de reias em investimentos. Algo em torno de 64% da produção do segmento atende ao mercado popular e é voltada para as famílias com renda entre cinco e dez salários mínimos. O mercado industrial responde por 5% dos investimentos. A fatia restante vai para a classe média, dividida em 20% de empreendimentos residenciais e 11% de lazer. A Aelo Brasil foi criada há menos de dois anos, em dezembro de 98. Em São Paulo, entretanto, a entidade já atua há 18 anos e possui, entre os objetivos principais, o de corrigir a imagem do empresário de loteamento diante do público. Administrador de empresas por formação, Sérgio Guimarães Pereira Júnior atua há 18 anos no segmento de loteamentos com a Guimarães Pereira Urbanismo.
-