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Parente, André; Velho, Luiz. Visorama: a arte do observador. In: CONGRESSO ÍBERO-AMERICANO DE GRÁFICA DIGITAL, 4., 2000, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: UFRJ, 2000.
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Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 2 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: 1
Índice h: 1  
Co-autores: Nenhum co-autor encontrado

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Número de Trabalhos: 1 (Com arquivo PDF disponíveis: 1)
Citações: 2
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Resumo

Esta pesquisa se divide em três partes. Em primeiro lugar, tencionamos descrever e problematizar o Visorama, sistema de realidade virtual e multimídia desenvolvido pela Escola de Comunicação da UFRJ em parceria com o Instituto de Matemática Pura e Aplicada do CNPq. Em segundo lugar, analisaremos o caso dos panoramas, primeiros dispositivos imagéticos de comunicação de massa a proporcionar uma imersividade total, ainda no século XVIII. Em terceiro lugar, mostraremos que os panoramas estão relacionados a uma ruptura maior do regime escópico produzido na passagem do século XVIII ao século XIX, regime que situa a experiência visual no corpo de um espectador autônomo. Os panoramas rompem com uma certa visão da história, tanto da arte, quanto da tecnologia, ao nos permitir repensar a ruptura escópica que deu origem ao modernismo.

Abstract

This text is divided into three parts. In the first place, we are going to briefly explain the Visorama, a multimedia and virtual reality system, developed by The school of Communication in partnership with The Pure and Applied Mathematics Institute. In the second place, we are going to analyse the case of the panoramas, first mass media image devices to offer a total immersiveness, still in the 18th century. In the third place, we intend to demonstrate that the panoramas are related to a major disruption in the 'scope' order that happened in the passage from the 18th to the 19th century. That order placed the visual experience in the autonomous viewer's body. The panoramas break up with a certain historic vision: technological evolutionism and modernity as, above all, transformation that, by bringing the spectator to the centre, disrupts the image as a representation.
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