Mais informações

BÉRTOLO, Tania. Indústria subterrânea: consultor analisa o mercado de fundações e aponta a industrialização como a principal tendência para o segmento. Construção, São Paulo, ano LIII, n. 2729, p. 8-1, maio. 2000.
Clique no nome do(s) autor(es) para ver o currículo Lattes:

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 30 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: Nenhum co-autor encontrado

Resumo

Os projetistas de fundações dispõem hoje de sistemas a equipamentos específicos para cada tipo de solo e situação de terreno. A evolução tecnológica do segmento chegou ao ponto de permitir a alteração das características do solo, feita por injeções CCP (cement churning pile ou coluna de cimento com agitação violenta), que possibilitam o emprego de sistemas que, de outra maneira, seriam inviáveis. O mercado, entretanto, não parece refletir tal avanço tecnológico. Os especialistas no assunto ainda se queixam de que, na obra, o aspecto financeiro prevalece sobre o técnico. Um dessas críticos é Daniel Rozenbaum. Engenheiro civil especializado em geotecnia, saiu da Consultrix, empresa especializada em engenharia de fundações, para formar, com o engenheiro Odair Boare Thomaz, a Fundacta. Há 14 anos no mercado, a empresa tem no currículo obras como o edifício Birmann 29 e a torre da TV Cultura, as duas em São Paulo. A Fundacta é responsável também pelas fundações do Shopping Light no centro antigo de São Paulo. Rozenbaum considera o shopping uma das obras mais complexas que já realizou, pelas dificuldades de acesso de materiais o equipamentos. "Tivemos de adaptar a logística de obra às exigências da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego)", conta. Em entrevista à Construção, o engenheiro critica a inflexibilidade dessas normas. Ressalta, ainda, os problemas causados pela falta de projeto de fundações nas obras, o que, segundo ele, ainda é uma constante em empreendimentos de menor porte.
-