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Salles, Márcia Pereira da Mata. Principais sistemas de tratamento de esgotos sanitários em Mato Grosso do Sul: estudo de caso : ETE - Miranda/MS. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 21., 2001, João Pessoa. Anais... João Pessoa: ABES, 2001.
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Resumo

O presente trabalho tem como objetivo catalogar os diferentes tipos de sistema de tratamento de esgotos sanitários existentes em Mato Grosso do Sul, implantados e/ou operados pela empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul S/A - SANESUL ou pelo SAAE - Sistema Autônomo de Água e Esgoto, como é o caso de São Gabriel do Oeste, sendo que alguns municípios optam por realizar a manutenção de seus sistemas de tratamento. Dos 77 municípios do Estado de Mato Grosso do Sul, apenas 30 municípios possuem sistemas municipais de tratamento de esgotos, sendo que destes, 24 são operados pela SANESUL, e 6 são operados pela SAAE ou pela própria Prefeitura. A população atual atendida por sistemas coletivos, representa apenas 9,76% da população urbana. Uma parcela dos municípios da Bacia do Alto Paraguai (BAP), terá implantado sistemas de tratamento de esgoto sanitário, com recursos do BID. O restante da parcela da população urbana (residencial ou não residencial), ou utilizam os sistemas convencionais tanque séptico/sumidouro, ou lançam seus esgotos in natura, nos cursos d'água. Foi realizada a avaliação da eficiência do sistema implantado no Município de Miranda/MS, pela Empresa PROACQUA - Processos de Saneamento de Efluentes e Comércio Ltda., e monitorada pela Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul - SANESUL. Para avaliação da eficiência da ETE - Miranda utilizou-se o Índice de Qualidade dos Efluentes (IQE) desenvolvido pela SANESUL, o qual é utilizado para avaliação dos sistemas de tratamento de efluentes implantados e/ou operados pela mesma. Obteve-se um resultado ótimo, para a ETE - Miranda. Foi constatado, no período avaliado, que a ETE - Miranda, apresentou remoções da DBO5 de 94,9%, da DQO de 90,7%, do SS de 98,9%, da Turbidez de 91,2%, dos Coliformes fecais de 99,7460% e dos Coliformes totais de 99,7480%. Entretanto, em relação aos percentuais apresentados para DBO5, Coliformes fecais e totais, não podemos realizar uma avaliação da eficiência na remoção destes parâmetros, pois os mesmos não foram analisados em todas as amostragens efetuadas, desde que iniciado o monitoramento da ETE.
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