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BARROS, Rafael; ANJOS, Francisco Anojs; MADEIRA, Amarildo. O PODER PÚBLICO NA PRODUÇÃO DE HABITAÇÃO SOCIAL EM ITAJAÍ – SC: ANÁLISE DO BAIRRO CIDADE NOVA. In: CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE HABITAÇÃO SOCIAL, 2003, Florianópolis. Anais... Florianópolis: UFSC, 2003.
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Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 1 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
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Resumo

Com o período de forte industrialização brasileiro na década de setenta, as cidades médias, onde se enquadra Itajaí, tiveram um crescimento populacional acelerado. A oferta de emprego e melhores condições de vida motivaram a fixação de um grande contingente populacional originário de espaços rurais decadentes e de cidades menores em busca melhores condições de vida. Com o inchaço dessas cidades, o problema de moradia tornou-se inevitável. A implantação, por parte do poder público, de conjuntos habitacionais visando reduzir as áreas favelizadas, torna-se uma prática tanto das metrópoles quanto das cidades médias. Com o objetivo de analisar as atuações do poder público na produção de habitação social na cidade de Itajaí com base nas teorias sócio-espaciais de interpretação do urbano, fez-se análise de fotografias aéreas e imagens de satélite, aplicação e análise de questionários e entrevistas, e levantamento e análise de documentação correlata. Como objetivação do estudo foi selecionado o bairro Cidade Nova, onde foram efetuados os procedimentos metodológicos descritos. O bairro foi selecionado em razão da forte atuação do poder público, fator decisivo na produção e reprodução do espaço. No Brasil, o poder público normalmente atua como regulador e mediador da territorialização dos agentes sociais, e principalmente assume o papel de produtor do espaço. Formado a partir da implantação do conjunto PROMORAR I, no final dos anos setenta, o bairro Cidade Nova passou por vários ciclos de ocupação, todos ligados à construção de conjuntos habitacionais implantados pelo poder público. Desta forma, ele se apresenta como um a síntese dos processos de produção do espaço urbano nas periferias das cidades médias de Santa Catarina.
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