Mais informações

GARROCHO, Juliana Saiter; AMORIM, Cláudia Naves David. Luz natural e projeto de arquitetura: estratégias para iluminação zenital em centros de compras. In: CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL, ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO, 10., 2004, São Paulo. Anais... São Paulo: ANTAC, 2004.
Clique no nome do(s) autor(es) para ver o currículo Lattes:

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 2 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: 2
Índice h: 1  
Co-autores: 1

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: Nenhum trabalho cadastrado(Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: Nenhum co-autor encontrado

Resumo

Este artigo contempla uma breve revisão do estado da arte na área de arquitetura de centro de compras, especialmente no que se refere às estratégias a serem consideradas, no processo de projeto, às questões de iluminação zenital. Com esse direcionamento, do ponto de vista de projetação, pretende-se mostrar a importância de focar a questão energética para otimizar o uso de luz natural. Nesta tipologia de edificações, a iluminação tem um papel importante no intuito de se criar uma atmosfera cenográfica, com ambientes que proporcionam bem estar e conforto aos usuários, o que pode ser ainda mais potencializado com o uso da luz natural. Além disto, os edifícios não residenciais em geral são os que apresentam maior potencial de economia energética, nos usos finais de iluminação e ar condicionado. Os centros de compras, em especial, possuem recursos financeiros para investir em novas tecnologias para conforto e economia energética. Partindo do pressuposto de que estas edificações utilizam basicamente a iluminação zenital, devido às suas características arquitetônicas, o trabalho enfoca esta modalidade de iluminação, considerada elemento básico no estudo do desempenho ambiental desta tipologia. As aberturas zenitais nesses edifícios são uma solução favorável para melhorar a quantidade e otimizar a distribuição de luz natural no espaço; devem ser, no entanto, cuidadosamente projetadas para evitar ganhos térmicos e luminosos excessivos.
-