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FREITAS, Viviane de Paula E; SILVA, José Reinaldo Moreira da; MENDES, Lourival Marin. Durabilidade de moirões de Eucalyptus Grandis preservados por substituição de seiva: operacionalização. In: ENCONTRO BRASILEIRO EM MADEIRAS E ESTRUTURAS DE MADEIRA, 6., 1998, Florianópolis. Anais... Florianópolis: IBRAMEM, 1998. p. 259-269.
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Resumo

Os usuários de madeira se beneficiam com novas descobertas nos últimos tempos. Estimativas do Banco Mundial indicam que a perda por ano no mundo de áreas reflorestadas é na ordem de 10 a 15 milhões de hectares (Cockcroft e Hemmingsson, 1993). Portanto, é necessário que a utilização da madeira seja feita de forma mais racional possível, reduzindo desperdícios de um recurso que apesar de renovável, é dificilmente substituível e que a sua reposição implica em custos consideráveis. Neste trabalho busca-se otimizar a utilização de moirões de madeira de Eucalyptus grandis, quimicamente tratada através de processo sem pressão (substituição de seiva). Os moirões, atualmente usados, são de espécies com alta durabilidade natural, como aroeira, braúna, massaranduba, que se encontram em estado de escassez ou moirões de concreto e madeira tratada industrialmente, que possuem alto custo. O processo de substituição de seiva, também chamado de capilaridade, consiste em introduzir na madeira substâncias químicas com intuito de inibir microorganismos xilófagos. A introdução dessas substâncias se dá pela absorção da solução imunizante pelas células da madeira recém cortada. A importância econômica deste tratamento baseia-se no aumento da vida útil dos moirões para 15-20 anos. Os resultados revelarão que é necessário submeter os moirões de madeira ao tratamento, com no máximo, 24 horas entre o abate e a colocação na solução. Também, vê-se a necessidade da inversão das peças para reforçar o tratamento. O acompanhamento da variação do pH da solução é sempre requerido, pois evitará a precipitação dos ingredientes antes de serem absorvidos pela madeira.
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