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NASCIMENTO, Janaína Xavier do. Sujeitos coletivos : práxis e mudança. In: ENCONTRO NACIONAL DA ANPUR, 7., 1997, Recife. Anais... Recife: ANPUR, 1997. p. 1235 - 1271.
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Resumo

No primeiro capítulo trabalha-se basicamente questões conceituais, onde os aspectos referentes a motivação, conteúdo axiológico (orientações éticas) e instrumentalidade da ação predominam. As relações entre necessidade e ação, e racionalidade e ação também são centrais na discussão. No segundo capítulo procura-se definir (e redefinir) a noção de sujeitos coletivos. Analisa-se, inicialmente, a concepção de sujeito histórico de Karl Marx e se estabelece um diálogo com Agnes Heller. Nesse capítulo volta-se aos aspectos discutidos no capítulo de ação coletiva, a fim de se identificar as diferenças entre ambos. Procura-se, aqui, não se cair nos riscos das reificações conceituais que têm sido constantes na estrurura epistemológica do Ocidente, nas quais, a definição do conceito transcende sua função de fazer ver algo e toma o lugar daquilo que efetivamente é. Objetiva-se discutir aqueles aspectos a nível conceitual, mas com o cuidado de não retificá-los. No terceiro capítulo realiza-se uma discussão a respeito da relação de causalidade, entre necessidades humanas e sujeitos coletivos, analisando-a no pensamento marxiano contrapondo-o ao de Hannah Arendt e observando as contribuições de Herbert Marcuse para o debate. No capítulo quarto procura-se discutir as condições para o surgimento dos sujeitos coletivos, ou seja, inteligibilidade do real, identidades coletivas e interesses comuns. No que se refere à inteligibilidade do real, pretende-se analisar o processo que dá origem à mesma sob uma perspectiva hegeliana, mas analisando outras formas de concebê-la, como noção marxiana de consciência. Por último, discute-se a questão dos interesses comuns. Por fim, procura-se analisar a questão da instrumentalidade ou teleologia da ação de sujeitos coletivos, estabelecendo um debate sobre as orientações éticas dessa ação.
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