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JORDÃO, Eduardo Pacheco. A operacionalidade das ETEs e a velha DBO. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 19., 1997, Foz do Iguaçu. Anais… Foz do Iguaçu, 1997.
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Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 3 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: 1
Índice h: 1  
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Resumo

O presente trabalho formula o conceito de "operacionalidade" das estações de tratamento de esgotos, propondo que já na fase de concepção e projeto da ETE se dedique especial atenção aos fatores que podem propiciar aos operadores condições para melhor alcançar os objetivos de eficiência e desempenho. Neste sentido o trabalho enfatiza que a fase de concepção e projeto apresenta particular importância em relação às características de flexibilidade operacional, comportamento do processo, e operação e manutenção propriamente ditas. Um outro aspecto discutido no trabalho diz respeito ao melhor entendimento da Demanda Bioquímica de Oxigênio, e ao conhecimento de suas frações solúvel e particulada no esgoto afluente à ETE, como um fator importante nas estimativas de eficiência de remoção da própria DBO na fase primária do tratamento. Em geral a fração solúvel da DBO é negligenciada ou desconhecida no esgoto bruto, e no entanto será de acordo com esta fração que a eficiência de remoção da DBO se mostrará maior ou menor no tratamento primário, para uma efetiva remoção de Sólidos em Suspensão nesta fase do tratamento. Uma série de determinações da DBO e DQO global e solúvel verificadas na Estação de Tratamento da Ilha do Governador no Rio de Janeiro, discutidas no trabalho, indicam valores médios típicos da fração solúvel da ordem de 0,25 e 0,33 respectivamente para estes dois parâmetros. Sendo assim, o presente trabalho procura contribuir com considerações importantes que se deve adotar já na fase inicial de concepção e projeto da estação de tratamento.
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