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NASCIMENTO, Ruth Silveira do et al. Estabilização anaeróbia de lodo em reatores tipo UASB. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 21., 2001, João Pessoa. Anais... João Pessoa: ABES, 2001.
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Resumo

Sistemas de tratamento biológico de esgoto produzem lodo na forma de uma suspensão de massa bacteriana. O volume de lodo produzido em estações de tratamento de esgoto (ETE’s) representa cerca de 1 a 2 % do volume de esgoto tratado, sendo assim, o lodo um subproduto desse tipo de processo. Entretanto seu tratamento e disposição final atingem até 50 % dos custos operacionais da ETE, devendo, portanto, receber atenção especial nas ETE’s. O lodo gerado em ETE’s, notadamente lodo primário e secundário originado de processos aeróbios, possui uma grande quantidade de matéria orgânica biodegradável, na forma de sólidos suspensos voláteis (SSV). No tratamento de lodo a redução da fração orgânica ou estabilização do lodo é desejável antes de sua disposição final. Para a estabilização do lodo são aplicados quase exclusivamente métodos biológicos de digestão, podendo ser anaeróbia ou aeróbia. No projeto de digestores convencionais, o volume do lodo é previamente reduzido em um adensador e o conteúdo do digestor é misturado para melhor desempenho do processo de digestão. Reatores tipo UASB se caracterizam por ter, em um único dispositivo contido no seu interior, a separação das fases sólida, gasosa e líquida. Este dispositivo permite manter uma massa de lodo compatível com o substrato biodegradável afluente, conferindo-lhe um alto desempenho. Desta Forma, na idealização deste trabalho, cogitou-se que a configuração de reatores UASB traria grandes vantagens sobre os digestores convencionais já que poderiam dispensar a unidade de adensamento e a agitação do seu conteúdo.
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