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Coraucci Filho, Bruno et al. Polimento de efluente anaeróbio através de vala de filtração modificada. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 21., 2001, João Pessoa. Anais... João Pessoa: ABES, 2001.
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Resumo

O processo de tratamento de efluentes através de filtros anaeróbios tem demonstrado grande potencialidade no tratamento de esgotos sanitários. É caracterizado por ser de significativa remoção de carga orgânica, entretanto, este tratamento requer um maior grau de eficiência a fim de atender os padrões da Legislação Brasileira. Entre as várias alternativas de pós-tratamento, o método de irrigação subsuperficial (processo de valas de filtração modificada), enquadra-se como uma das opções para o polimento destes efluentes, no caso de pequenas comunidades e bairros isolados. Este sistema de pós-tratamento foi proposto no Edital 2 do Prosab (Programa de Pesquisa em Saneamento Básico), dando continuidade às pesquisas dos Filtros Anaeróbios (FA). Foram construídos dois sistemas com valas reduzidas baseado na norma ABNT 7.229(1993), um em laboratório e o segundo em uma planta piloto localizada na Estação de Tratamento de Esgotos do bairro Graminha, Município de Limeira-SP, Brasil. O modelo em escala de laboratório recebeu um tubo de drenagem em PEAD (polietileno de alta densidade), com 0,10 m de diâmetro e 1,0 m de comprimento assentado sobre oito coletores de líquido percolado. Neste modelo foram realizados três ensaios: no primeiro, foi aplicado água limpa no tubo perfurado assentado sobre os coletores, sem uso de meio filtrante; no segundo ensaio, foi aplicado inicialmente água limpa e posteriomente, efluente de filtro anaeróbio. Adicionou-se areia grossa nos coletores, conservando-se as demais condições e, finalmente no terceiro ensaio, os coletores foram preenchidos com pedra (brita 2). Neste último ensaio foram realizadas diversas montagens, com objetivo de se verificar a interferência da disposição das pedras em contacto com o tubo a fim de se verificar a distribuição do líquido nos coletores. Foram aplicadas taxas hidráulicas na faixa de 25 a 40 L/m2.dia. O líquido percolado em cada um dos coletores foi quantificado após cada ensaio. No segundo modelo, foram construídos três caixas de fibra de vidro com visor em acrílico, com 1 m de comprimento, simulando um corte na vala de filtração modificada, projetada em escala real. As três valas reduzidas são constituídas por tubos de drenagem de PEAD (polietileno de alta densidade), com 0,10 m de diâmetro, superpostos com distâncias verticais entre os tubos de 0,35; 0,60 e 0,85 m e altura de leito filtrante 0,25m; 0,50m e 0,75m respectivamente. Foram aplicados efluentes de filtros anaeróbios e determinados os valores de pH, DBO, DQO, série de sólidos, P e N.
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