Mais informações

Tessele, Fabiana; Alves, Vanessa Barreto; Monteggia, Luiz Olinto. Reatores biológicos de leito fluidizado inverso aplicados ao tratamento de efluentes líquidos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 21., 2001, João Pessoa. Anais... João Pessoa: ABES, 2001.
Clique no nome do(s) autor(es) para ver o currículo Lattes:

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 1 (Com arquivo PDF disponíveis: 1)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: Nenhum co-autor encontrado

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 1 (Com arquivo PDF disponíveis: 1)
Citações: 2
Índice h: 1  
Co-autores: Nenhum co-autor encontrado

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 2 (Com arquivo PDF disponíveis: 2)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: Nenhum co-autor encontrado

Resumo

Este trabalho apresenta um estudo em escala de laboratório sobre a viabilidade de emprego de reatores biológicos de leito fluidizado inverso para o tratamento de efluentes líquidos. Este estudo foi composto de diversas etapas, tendo iniciado pelo reator anaeróbio e seguido pelo reator aeróbio. O enfoque do estudo foi dado aos problemas práticos encontrados na operação destes reatores. Para ambos os reatores, buscou-se um material suporte alternativo, de baixo custo. Para o reator anaeróbio foi dada ênfase na avaliação do desempenho na partida do reator (start-up), pois este é o principal problema enfrentado na prática. Para o reator aeróbio foi realizado um estudo sobre o efeito da vazão de recirculação e, o tamanho da bolha de ar introduzida no fundo do reator pelo sistema de ar difuso, com e sem material suporte. Os métodos convencionais de aeração são: sistema de ar difuso, onde deve-se introduzir ar ou oxigênio no líquido e aeração mecânica, cujo objetivo é causar um grande turbilhonamento, expondo o líquido, na forma de gotículas, ao ar, e ocasionando a entrada do ar atmosférico no meio líquido. Os sistemas de aeração por ar difuso empregam difusor poroso, que produz bolhas finas e médias, usando materiais cerâmicos, plástico ou membranas flexíveis, ou o difusor não poroso, produzindo bolhas grossas. Qualquer melhoria de tecnologia em aeração que reduza a potência requerida e/ou incremente a eficiência de transferência de oxigênio poderá, portanto, reduzir o consumo de energia e o custo total do tratamento (Voss et al., 1999). O consumo de energia elétrica para a aeração normalmente é o fator de maior custo nos sistemas de tratamentos biológicos. Por esta razão é importante que se possa determinar a eficiência de transferência de oxigênio dos aeradores.
-