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David, Airton Checoni; TSUTIYA, Milton Tomoyuki. Secagem térmica de biossólidos na região metropolitana de São Paulo. In:CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 21., 2001, João Pessoa. Anais... João Pessoa: ABES, 2001.
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Resumo

A previsão de produção de lodos das cinco estações de tratamento de esgotos da RMSP operadas pela Sabesp, segundo o plano diretor de lodos, é de 748 toneladas em base seca por dia para o ano de 2015, já no ano de 2005 a produção deverá atingir 540 toneladas por dia. Foram estudadas várias possibilidades de destinação final desse material e verificou-se que apenas a utilização de aterro sanitário exclusivo para recepção dos lodos e a utilização agrícola se apresentavam como alternativas capazes de absorver as quantidades de lodos geradas nas ETEs. A aplicação dos lodos na agricultura é a forma que pode ser considerada como a mais adequada em termos técnicos, econômicos e ambientais, desde que convenientemente aplicada, e a operação de secagem térmica proporciona ao material as características necessárias para essa conveniência em termos de segurança e praticidade. A tecnologia de secagem térmica adotada pressupôs a produção de biossólidos secos e granulados, com teores de sólidos superiores a 90%, assegurando-se a eliminação de organismos patogênicos de modo a possibilitar sua classificação como biossólido classe A. Os metais pesados presentes nos lodos constituem seu principal aspecto poluidor, uma vez que não são removidos pelos tratamentos biológicos, entretanto, seu controle pode ser feito mediante a adoção de uma política voltada para o gerenciamento das descargas industriais assegurando-se assim seu enquadramento dentro dos limites seguros para aplicação na agricultura. Nem todo o lodo produzido poderá ser aplicado na agricultura, aqueles originados nas ETEs localizadas em áreas de maior concentração industrial, e portanto com concentrações de metais pesados acima dos limites serão destinados a aterro sanitário exclusivo. Os custos envolvidos revelaram-se variáveis em função da intensidade do aproveitamento dos biossólidos para uso agrícola, quanto maior seu aproveitamento, menor o custo médio marginal da disposição dos lodos.
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