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PEREIRA, Márcia Liana Freire et al. Percolação de lodo de esgoto em leitos convencionais e não convencionais revestidos com o biotéxtil BIDIM XT-4. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 21., 2001, João Pessoa. Anais... João Pessoa: ABES, 2001.
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Resumo

Lodo de esgoto é produzido a partir do tratamento de água residuárias. A sua disposição final exige que, além de estabilizado, o teor de água nele contido seja reduzido para minimizar os custos de transporte. Uma forma natural de desidratar lodo é através de sua aplicação em leitos de secagem. Nos leitos de secagem a desidratação ou secagem do lodo ocorre através de dois processos físicos distintos: percolação e evaporação. Fatores como clima, carga de lodo aplicada, tipo de lodo e provavelmente características do material do leito intervêm nos processos de secagem. É importante que ambas as taxas de percolação e secagem sejam altas para reduzir o tempo de secagem. Os materiais geotéxteis, devido à alta resistência e boas características drenantes vêm sendo largamente aplicados na engenharia civil. Estudos realizados em São Carlos tem demonstrando que esses materiais podem ser aplicados com sucesso para drenar água de lodo produzido em estações de tratamento de água (ETA). Este trabalho trata de uma investigação experimental que teve como objetivo avaliar o emprego de geotéxtil Bidim XT-4 em leitos de secagem, para auxiliar o processo de secagem de lodo de esgoto, através do aumento da taxa de percolação. Foi adotado o procedimento descrito por van Haandel et al (1994), que consiste em aplicar uma determinada carga de lodo em um leito de areia, contido em um tubo de PVC e medir diariamente o volume percolado. Neste trabalho o lodo utilizado era proveniente de um reator UASB que tratava esgoto bruto. Nos testes foram utilizados leitos convencionais, formados por brita e areia e não convencionais formados por brita, areia e Bidim XT-4 e, tão somente brita e Bidim XT-4. As cargas aplicadas foram de 25 e 50 kg de sólidos suspensos totais por metro quadrado de leito de percolação. Os ensaios mostraram que a taxa de percolação é de tal ordem influenciada pela própria resistência oferecida pelo lodo à passagem do líquido que, mesmo sendo utilizado leitos com material de baixa resistência a filtração, não ocorre melhoramento significativo na percolação.
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