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KISS, Paulo. Tela Mágica: diretor da TQS analisa o uso da informática na engenharia civil e defende a criação de programas da qualidade para validação dos software. Téchne, São Paulo, ano 9, n. 47, p. 24-2, jul./ago. 2000.
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Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 6 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: 1
Índice h: 1  
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Resumo

O uso dos software de projeto e cálculo estrutural vem rendendo longas discussões entre a velha e a nova guarda da engenharia civil. Vez ou outra são questionados os limites dessas ferramentas que prometem facilitar a vida dos projetistas. Muito antes que essas discussões surgissem, alguns expoentes da engenharia civil no Brasil já se entretinham com sistemas de processamento de dados. Só não dava para prever o quanto a informática iria mudar a rotina do trabalho dos escritórios. Dos tempos dos cartões perfurados, passando pela linguagem Fortran, um longo caminho foi percorrido para que a engenharia civil assimilasse a nova tecnologia. Nelson Covas recorda essa trajetória, nos idos de 70, na Maubertec, uma das dezenas de empresas que mais tarde também se especializariam em sistemas de informação e gerenciamento. De lá Covas saiu para criar, em 1986, a TQS. O nome é bem conhecido de três em cada três projetistas de estruturas no Brasil. A empresa possui o sistema para cálculo e dimensionamento estrutural com a maior penetração no mercado. Módulos do sistema TQS podem ser acessados em empresas por todo o Brasil, totalizando 4.500 estações de trabalho. Nesta entrevista, Covas faz um balanço do uso da informática no dia-a-dia dos escritórios e aponta a necessidade de as empresas fornecedoras de sistemas criarem programas da qualidade para validação dos aplicativos de informática.
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