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ALMEIDA, Marco Antonio Ramos de. Gestão urbana: o exemplo das ações locais. Qualidade Na Construção, São Paulo, ano III, n. 23, p. 3, 2000.
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Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 1 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: 4
Índice h: 1  
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Resumo

Desta vez, colocamos em debate o tema das relações, em mudança, entre o poder público e a sociedade na gestão urbana. A arquiteta e urbanista Raquel Rolnik observa, em certo ponto, que o surgimento de novas formas de gestão urbana "não podem significar o desaparecimento do estado ou de qualquer um dos atores sociais presentes nas cidades". Representa, muito mais, "uma transformação qualitativa dos processos, onde cada um dos setores deve estar preparado para defender seus interesses e submetê-los à negociação e pactuação". "Nesse quadro, assinalado pelo permanente jogo político, faz-se necessária a presença de um poder público forte, atuante e convícto dos valores democráticos, cuja função fundamental seja abrir espaços reais de expressão dos setores mais vulneráveis". O engenheiro Marco Antonio Ramos de Almeida , presidente da diretoria executiva da Associação Viva o Centro, assina-la que "os governantes acertam mais, ou erram menos, quando as decisões envolvem as pessoas diretamente interessadas". Essas pessoas" costumam fazer diagnósticos muito mais sensíveis e precisos do que os departamentos técnicos e geralmente são mais criativas e realistas nas soluções". Constituem, por isso mesmo, "um antídoto contra o irrealismo, o imobilismo e a permeabilidade à corrupção".
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