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MOURA, éride; ROCHA, Silvério. Sol, varandas, aeração definem linguagem para edifícios nordestinos. Projeto Design, São Paulo, n. 245, p. 65-7, jul. 2000.
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Número de Trabalhos: 4 (Com arquivo PDF disponíveis: 1)
Citações: 5
Índice h: 2  
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Resumo

Três propostas para prédios residenciais situados à beira-mar ou em bairro nobre de duas capitais do Nordeste conseguem superar obstáculos - lotes estreitos ou gabaritos restritivos - e criar edificações que se destacam pela criatividade na composição arquitetônica. Uma delas é do conhecido escritório Pontual, que concebeu uma espécie de "casas suspensas" na valorizada praia de Boa Viagem, no Recife; outra reflete o trabalho do escritório Rangel Moreira, também na capital pernambucana, em que os autores procuraram facilitar a integração do edifício ao contexto, em fase de verticalização mas ainda caracterizado por construções baixas; e a terceira refere-se à obra de Ruben Wanderley, em Maceió, que jogou sutilmente com as gradações nas fachadas para permitir a todas as unidades vistas da bela praia de Pajuçara. Em comum, pode-se identificar certa linguagem regional, uma arquitetura de beleza plástica, marcada pelos volumes de geometria expressiva, pelo uso de materiais básicos, comuns na cultura da construção local, como elementos cerâmicos e cores expressivas - tudo resultando em unidades espaçosas, avarandadas, ventiladas, protegidas do sol-calor próprios da região. Enfim, três bons exemplos de arquitetura residencial verticalizada, que buscam reproduzir o conforto das antigas moradias nordestinas.
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