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BÁGGIO, Mário Augusto; MAÓSKI, Ary; BUENO, Marcelo Pimentel. Perder para controlar ou controlar para não perder : qual o caminho a ser seguido?. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 21., 2001, João Pessoa. Anais… João Pessoa: ABES, 2001.
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Número de Trabalhos: 2 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: 3
Índice h: 1  
Co-autores: 13

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 8 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
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Índice h: Indice h não calculado  
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Número de Trabalhos: 2 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: Nenhuma citação encontrada
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Resumo

O caminho proposto condena os clássicos Programas de Controle de Perdas que, por deficiência metodológica vêm dando muita ênfase ao efeito perdas e pouca às causas que a provocam. Além deste aspecto os ditos Programas têm falhado na Estratégia de Implantação, pois prevêem ações em todos os Processos Empresariais, independentemente de terem muita ou pouca influência na causa das perdas. Assim, propõe-se uma nova Estratégia, focada prioritariamente aos Processos Críticos (Operação, Comercialização), onde está grande parte dos fatores causais das perdas d' água. Metaforicamente a Estratégia é subdividida em três ações seqüenciais, quais sejam: Estratégia Verde, através da introdução de Modelos de Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a-Dia nos Processos Operação e Comercialização; Estratégia Amarela, através de ações de Educação e Conscientização sobre as causas humanas das perdas; e a Estratégia Vermelha, que representa o braço tecnológico de combate às causas de perdas.
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