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GUAGLIANONI, Laíze Guimarães; RIBEIRO, Luiz Antônio. Aplicação do processo anaeróbio na avaliação da digestibilidade do sedimento do rio. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 21., 2001, João Pessoa. Anais… João Pessoa: ABES, 2001.
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Resumo

A capacidade natural de autodepuração dos corpos receptores, geralmente torna-os capazes de receber águas residuárias com alta concentração de carga orgânica e tratá-las. O tratamento de águas residuárias tem como objetivo principal corrigir as suas características indesejáveis, de modo que o seu uso ou a sua disposição final possa ocorrer de acordo com os critérios estabelecidos pela legislação. O processo anaeróbio se destaca no tratamento de efluentes pela capacidade de oxidar dióxido de carbono e acetato em gás metano na ausência de oxigênio, podendo também ser utilizado para monitorar o sedimento, avaliando assim os microrganismos presentes no mesmo; selecionando-os para trabalhar em ambientes sem a presença de oxigênio. A carga orgânica recebida pelo Rio Atibaia é bastante elevada devido a inexistência de estações de tratamento de esgoto nas cidades atendida pelo mesmo e nem sempre a quantidade de O.D. presente é suficiente para depurá-las. No entanto, monitorando-se alguns trechos do Ria Atibaia, observou-se que a quantidade de coliformes totais varia sem uniformidade; sendo que em trechos a jusante de lançamentos de carga orgânica; a quantidade de coliformes totais diminui ao invés de aumentar; surgindo assim a idéia de monitorar o sedimento do rio nesses trechos para verificar a possível deposição desses microrganismos nos sedimentos desses trechos. A aplicação do processo anaeróbio pode ser uma forma monitorar o sedimento e avaliar a presença dos microrganismos; selecionando-os para trabalhar em ambientes sem a presença de oxigênio. Pretende-se avaliar quantidade de coliformes totais e fecais monitorados e as "perdas" desses coliformes existentes em determinado trecho do Rio Atibaia para verificar a possibilidade desses microrganismos estarem se alojando no sedimento do rio; e possivelmente desenvolver metodologia baseada nessa análise aplicando-se o processo anaeróbio para verificar a possibilidade desses microrganismos estarem se alojando no sedimento do rio. Há ainda, um longo caminho a ser percorrido na busca dos esgotos jogados indiscriminadamente nos cursos de água. No entanto, não nos resta dúvida que o problema ambiental será cada vez mais complexo e que o legislador irá responder em consonância com a maior ou menor gravidade que o problema adquirir, com a maior ou menor pressão que receber da sociedade. Sabemos hoje que o meio ambiente não é capaz de auto-regeneração infinita, assim os limites de lançamento serão cada vez mais restritos.
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