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DIAS, D. P. et al. Cimento polimérico inorgânico para aplicações civis. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIMENTO, 5., 1999, São Paulo. Anais… São Paulo: ABCP, 1999.
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Resumo

O uso de subprodutos industriais, tais como cinza volante, escória de alto forno e microssílica, na produção de argamassas e concretos, modifica consideravelmente as suas propriedades físicas e mecânicas. Tais modificações resultam em aumento de resistência e redução da porosidade e permeabilidade do material endurecido. As alterações químicas da matriz cimentícea pelo consumo da portlandita, a partir de suacombinação com a sílica amorfa proveniente das adições, constitui o principal mecanismo responsável pela melhoria do desempenho. Porém, quanto maior o volume de adição desses resíduos industriais ao clínquer ou cimento Portland, mais lenta a taxa de desenvolvimento de resistência, inviabilizando o consumo em grande escala. Este trabalho apresenta algumas propriedades físicas e mecânicas de um novo polímero inorgânico à base de aluminossilicatos que pode ser empregado como aglomerante para concretos e argamassas de alto desempenho, substituindo total ou parcialmente o cimento Portland. Suas vantagens incluem, polimerização rápida, elevadas resistências mecânica, química e térmica, boa plasticidade e trabalhabilidade, entre outras. Análises de MEV/EDS, DSC/TGA, difração de Raios-X e RMN no estado sólido realizadas em pastas e ensaios de resistência à compressão em argamassa Normal (NBR 7215) foram realizados. Os resultados revelaram que o produto obtido é formado por uma única fase aluminossilicato de sódio, potássio e cálcio, amorfa e com cadeias poliméricas com ligações cruzadas e cuja unidade funcional (-Si-O-Al-O-Si-O-Si-) é composta por tetraedros de Si(4Al), com os átomos de alumínio apresentando número de coordenação IV. Resistências à compressão superiores a 45 MPa são obtidas em poucas horas, superando todos os tipos de cimento Portland, inclusive os de alta resistência inicial (ARI).
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