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SILVA, M. A. et al. Um novo critério de ruína para barras de concreto armado sujeitas à flexão oblíqua composta visando otimização computacional. In: SIMPÓSIO EPUSP SOBRE ESTRUTURAS DE CONCRETO, 4., 2000, São Paulo. Anais… São Paulo: USP, 2000.
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Resumo

A necessidade de procedimentos automáticos para a obtenção de estruturas de concreto armado cada vez mais leves e econômicas tem dado grande motivação ao desenvolvimento de métodos computacionais de otimização. Uma dificuldade inerente ao concreto armado é que suas características de resistência dependem da disposição e quantidade de armaduras e, dada a não linearidade dos materiais utilizados, dos níveis de deformação em cada ponto das infinitas seções transversais de uma estrutura. Essa circunstância dificulta sobremaneira a definição das restrições a serem impostas no processo de otimização, especialmente em problemas de otimização dinâmica. Os autores utilizam neste trabalho um novo critério de ruína, por eles proposto, para vigas e colunas sujeitas a flexão oblíqua composta. Esse critério baseia-se em uma aproximação da superfície de ruptura real por uma superfície empírica, função de oito parâmetros. Quatro são as resistências em alguns pontos específicos na superfície e quatro são coeficientes exponenciais de sua equação. A função objetivo é o erro com que os momentos fletores são aproximados, enquanto que as variáveis de projeto são os coeficientes exponenciais. A meta é determinar os coeficientes de tal forma que o erro global de aproximação seja mínimo, restringindo-se ainda os erros locais. Essa superfície pode ser criada considerando que a aproximação sempre é a favor da segurança. Por outro lado, a aproximação pode ser feita de forma que os erros possam se propagar livremente, sendo conservativa ou não. Este procedimento é uma ampliação do método dos mínimos quadrados, sendo que a diferença é a adoção de um limite para os erros locais. Como se vê, trata-se de um procedimento via técnicas numéricas de otimização para determinação de diagramas ou ábacos de interação. Vários exemplos práticos são apresentados e resolvidos de duas formas: uma considerando que a superfície é sempre conservativa e outra que ela pode ser ou não conservativa, deixando os erros se propagarem livremente.
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