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FORBES, W. S.; HEINECK, L. F. M. Site programming and the duration of activities: a labour resource correlation model for repetitive construction. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 7., 1987, Niterói. Anais... Niterói: ABEPRO, 1987.
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Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 2 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: 20
Índice h: 2  
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Resumo

Geralmente a duração das atividades numa programação de canteiro de obras usando as técnicas de rede é obtida através de um modelo que leva em consideração, de forma explícita ou implícita o consumo de recursos de cada atividade. Esta correlação parece ser elementar, principalmente num processo construtivo dominado pelo consumo de mão de obra, mas ainda não foi demonstrada de forma cabal a nível das operações individuais em um canteiro de obras. Ao longo deste trabalho, uma família de modelos correlacionando a duração das atividades e seu consumo de mão de obra foi desenvolvida, a partir de dados reais obtidos em 3 canteiros para construção de conjuntos habitacionais no Reino Unido. Estes modelos produziram bons coeficientes de correlação (em geral mai-ores do que 0,9). Além disto, os modelos chamam a atenção para dois aspectos importantes na programação e controle de obras; primeiro, a intensidade na alocação de recursos (número de homens-hora aplicados por semana a cada atividade) é bastante baixa; segundo, que apesar dos bons coeficientes de correlação obtidos, a estimativa das durações das atividades é um processo de pouca precisão, entre outras razões porque a estimativa da variável independente, consumo de recursos, é precária.

Abstract

The estimation of the duration of activities on house building programming normally uses some sort of correlation with labour consumption. The appropriatness of this relationship -appeals to common sense, but has not yet been demonstrated at the level of individual operations on house building sites. The paper describes a group of models that were developed, yielding good coefficients of correlation (in general greater than 0.9). These models put forward evidence on two important issues for site programming and control using network techniques: first, that the intensity of work (number of man-hours deployed per week on each activity) is very low; second, that despite the good correlation coefficients, the accuracy with which durations might be estimated was found to be poor. Moreover, the estimation of the independent variable, labour consumption, is also a complicated issue, according to the literature.
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