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SATO, Maria Inês Zanoli; BARI, Marisa Di; GALVANI, Ana Tereza. Estudo preliminar para avaliação das condições sanitárias de areias das praias do litoral paulista. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 20., 1999, Rio de Janeiro. Anais… Rio de Janeiro, 1999.
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Resumo

O controle de qualidade das áreas destinadas à balneabilidade enfoca principalmente a qualidade microbiológica das águas, entretanto nos últimos anos tem havido uma preocupação crescente com a contaminação das areias das praias, pelo descarte inadequado de lixo, por dejetos de animais ou poluição trazida pelas marés, que podem carrear microrganismos e parasitas patogênicos. Esse estudo foi realizado com o objetivo de avaliar as condições sanitárias das areias das praias do litoral paulista, pois pesquisas similares realizadas pela CETESB em 1984/85 mostraram índices elevados de contaminação. Foram determinadas as concentrações de coliformes fecais, estreptococos fecais e Candida albicans em areia seca e úmida. Análises parasitológicas foram realizadas para determinação da incidência de ovos e larvas de helmintos e cistos de protozoários. Nas amostras de água, foi determinada a densidade de coliformes fecais, E. coli, enterococos e bacteriófagos F-específicos. As amostras foram coletadas mensalmente em setembro, outubro e novembro (primavera), e em janeiro e fevereiro (verão), para se verificar a influência do maior afluxo de turistas sobre a qualidade das areias das praias. As amostragens foram realizadas em 5 praias do Litoral Norte e 11 do Litoral Sul. Observou-se maior contaminação das areias no verão, principalmente no que diz respeito aos coliformes fecais e estreptococos fecais, uma vez que na amostragem de primavera apenas uma praia do Litoral Norte não atendeu ao limite proposto por Portugal para esses indicadores, enquanto que, no verão, esses limites foram excedidos para 4 praias do Litoral Norte e 6 praias do Litoral Sul. Do ponto de vista da qualidade parasitológica, praticamente não foram observados ovos/cistos de parasitas nos dois períodos amostrados, indicando uma melhora com relação ao estudo realizado em 1984/1985. Esses resultados mostram a necessidade de orientar-se adequadamente a população a respeito das doenças veiculadas pela areia e das medidas preventivas necessárias, bem como de buscar-se um critério adequado para monitorar esse risco.
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