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FREITAS, A. M. S. de; VERAS, L. M. S. C.; VIEIRA FILHO, L. G. Iniciação ao paisagismo: experiência de ensino. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE GESTÃO DA QUALIDADE E ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO, 1999, Recife. Anais… Recife: UFPE, 1999. p. 35-39.
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Resumo

As disciplinas obrigatórias de Iniciação ao Paisagismo 1 e 2, com carga horária individual de 60 horas, foram introduzidas no curso de Arquitetura e Urbanismo do UFPE em 1989, onde foram latadas nos 7º e 8º períodos. Atualmente, estão sendo reestruturadas para serem ministradas nos 3º e 4º períodos respectivamente, através da reforma curricular que entrará em vigor a partir de 1995. Assim, o conteúdo e a forma de ministrá-las foram modificados, numa tentativa de, no início do Curso, preparar o aluno para que possa compreender a inter-relação entre espaço construído e espaço livre, capacitando-o para melhor desenvolver os seus projetos de arquitetura e de urbanização. A disciplina de Iniciação ao Paisagismo 1, a qual nos propomos discutir e analisar neste momento, foi estruturada em duas etapas: a 1ª, caracterizada pelos Exercícios Gramaticais, e a 2ª pelo trabalho de intervenção em pequena área inserida no tecido urbano do Recife. Os Exercícios Gramaticais foram adaptados dos programas das disciplinas de paisagismo do FAUUSP, transmitidos em consultaria através do professor Dr. Sílvio Soares Macedo em maio de 1993. A adaptação do método foi feita pela introdução de Exercícios de Escala e Experiência Sensorial no campo, onde foi escolhido um módulo padrão de 15x15, semelhante ao espaço da sala de aula, já conhecido pelos alunos. Este módulo vai sendo multiplicado à medida em que as escalas vão diminuindo e novos programas exigidos. Todo exercício é precedido de uma visita de campo na Universidade, estimulando-se a experiência sensorial. A representação gráfica é feita em desenho ou maquete e, ao final de cada aula, os trabalhos são expostos e analisados em forma de seminário. Prepara-se o aluno para a segunda etapa, onde se vai intervir no espaço vivo da cidade. A intervenção em áreas urbanas, coloca o aluno diante de uma situação real, para que possa pôr em prática os conhecimentos adquiridos e proponha intervenções que respondam ao contexto da paisagem estudada, do ponto de vista sócial, cultural, estético e ambiental.
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