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CARMONA FILHO, Antonio; BRAGA JUNIOR, Osvaldo. Avaliação do estado de corrosão em estruturas de concreto em caso prático. In: CONGRESSO IBEROAMERICANO DE PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES, 4., CONGRESSO DE CONTROLE DE QUALIDADE, 6., 1997, Porto Alegre. Anais… Porto Alegre, 1997. p. 207-214.
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Número de Trabalhos: 2 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: 1
Índice h: 1  
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Resumo

Apenas 12 anos após sua construção, na década de 70, os seis armazéns do TEFER-Terminal de Fertilizantes do Porto de Santos, SP, estava bastante deteriorados, devido à ação dos agentes agressivos ambientais CO2, Cl-, O2, H2O e agentes de processo de fertilizantes à base de compostos sulfáticos, cloretos e nítricos. Uma primeira tentativa de reparo estrutural foi em 1993, mas resultou ineficiente devido a uma estratégia de reparo errada. Em 1991, foi tentada uma nova abordagem, sistemática, de reparo envolvendo laboratórios de ensaio, fabricantes de materiais, uma agência ambiental e consultores em reparo de concreto, tendo sido feito o diagnóstico correto do problema e a terapia, expressa numa especificação técnica, foi o reparo das áreas danificadas seguido de uma pintura protetiva em toda a estrutura, tendo sido empregados materiais específicos, geralmente industrializados, tais como argamassas poliméricas, grautes, inibidores de coorosão, primers para armadura e pinturas de base orgânica de alta espessura. O diagnóstico realizou-se em 1991, através de uma série de procedimentos, entre os quais os vários ensaios em campo e em laboratórios, dentre os quais a medição do potencial eletroquímico de corrosão da estrutura. Em 1996, foi novamente medido o potencial eletroquímico do concreto, de modo a, com outros dados de ensaios, monitorar o estado de corrosão da estrutura de concreto reparada. Este artigo descreve parte do trabalho de monitoramento, em cinco anos, do estado de corrosão (ou passivação) da parte de estrutura constituída pela 8d e o pilar 117, adjacentes, do Armazém 2 do TEFER, sendo que a viga 8d foi analizada em dois trechos, ou metades, uma recuperada com materiais de reparo industrializados e outra demolida e reconstruída com concreto contendo inibidor de corrosão à base de nitrito de sódio. Verificou-se que, durante o período observado, houve tendência de passivação da estrutura quanto à corrosão, principalmente no techo demolido e reconstruídos da viga.
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