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CHAVES, Arthur Pinto; CASADEI, Décio Sândoli; DEBIAZZI NETO, Daniel. Uso das areias contaminadas do rio Tietê em concreto. In: SEMINÁRIO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A RECICLAGEM NA CONSTRUÇÃO CIVIL, 2., 1999, São Paulo. Anais… São Paulo: IBRACON, 1999. p.14-25.
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Resumo

O Rio Tietê deposita anualmente cerca de 1.300.000 m3 de sedimentos e lixo no trecho que atravessa a região metropolitana de São Paulo (RMSP). Este depósito precisa ser removido periodicamente, sob pena de aumentar a intensidade das inundações que, a cada verão, assolam a região. Isto é responsabilidade do governo estadual e é feito a custos significativos para o contribuinte. O problema mais angustiante entretanto é que não existem mais locais adequados para esta disposição dentro da RMSP. A solução encontrada é encaminhar estes sedimentos para aterros sanitários, competindo com lixo urbano e residencial e a custos muito elevados. Historicamente, esta atividade tem sido concebida como uma operação de engenharia civil. A Companhia Paulista de Desenvolvimento, em 1996, contratou o projeto de remoção dos sedimentos conceituando-o como uma operação de lavra mineira, em oposição à prática anterior. Este enfoque permitiu racionalizar a operação, diminuir os custos e produzir areia para construção, que pode ser vendida a preços compensadores. O volume de rejeito a ser depositado em bota-foras pode ser diminuído para menos que 20% do anterior. Toda a areia para uso em construção civil é importada para a RMSP, por caminhões. Em conseqüência, o tráfego poderá ser diminuído, com sensível impacto sobre o uso das rodovias e sobre o número de acidentes envolvendo estes caminhões.
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