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Meyer, Antônio et al. Aspectos técnicos e econômicos dos geradores tipo bulbo e a solução adotada para os geradores da usina de Canoas. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA, 14., 1997, Belém. Anais... Belém, 1997.
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Resumo

Freqüentemente a utilização dos recursos hidráulicos de uma determinada região requer alto investimento e longo tempo de construção da usina. Além disso, as grandes usinas hidrelétricas, na maioria dos casos, localizam-se distantes dos principais centros consumidores de energia, o que representa um custo adicional para a construção das linhas de transmissão. Baseado neste preceito, torna-se viável o aproveitamento de baixas quedas com a construção de usinas tipo bulbo. A opção por este tipo de usina, traz ainda algumas vantagens, como por exemplo: - Minimização da quantidade de escavação, da altura e do comprimento da casa de força. Isto se traduz numa simplificação da obra civil, permitindo que os custos desta situem-se abaixo do normalmente necessário para uma usina convencional. - O menor peso do grupo turbina - gerador possibilita uma estrutura da casa de força menos reforçada. - Áreas de represamento menores e conseqüentemente menores custos de desapropriação e indenização. Uma desvantagem da usina tipo bulbo a ser considerada é a reduzida acessibilidade ao gerador. Porém no atual estágio de desenvolvimento dos hidrogeradores e dos materiais empregados, as máquinas requerem pouca manutenção, necessitando somente uma manutenção regular nas escovas caso se opte por um sistema de excitação estático. Esta desvantagem pode ser eliminada com a opção por um sistema de excitação do tipo “brushless”. O presente artigo, além dos aspectos econômicos, pretende mostrar as principais considerações técnicas no dimensionamento dos geradores tipo bulbo. Será feita uma comparação entre as variantes nos sistemas de fixação do núcleo do estator às paredes do bulbo e as conseqüências no sistema de refrigeração da máquina. Em seguida será apresentada a solução técnica, o arranjo geral e os principais aspectos construtivos adotados nas máquinas da Usina de Canoas, assim como, uma análise técnico-econômica entre uma alternativa com excitação estática e outra com excitação do tipo “brushless”.
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