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Guimarães, Antonio; Gaze, Ricardo; Afonso, Solange. Experiências e estudo de viabilidade técnico-econômica de utilização de estacas injetadas de pequeno diâmetro (estaca raiz) como fundações de linhas de transmissão de Furnas. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA, 14., 1997, Belém. Anais... Belém, 1997.
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Resumo

Inicialmente é feito um resumo das aplicações de estacas injetadas como fundações para Linhas de Transmissão, com destaque para os casos em que foi possível obter dados de custo. Em seguida, são apresentados os critérios que nortearam a pesquisa, são ainda, brevemente discutidas as limitações encontradas, bem como as medidas tomadas para contorná-las. Seguem-se os dados de custos obtidos. É feita uma análise dos custos, numa aplicação virtual a Linhas de Transmissão, considerando-se uma torre com 16 estacas, em duas situações: estacas longas de 20m de comprimento, ou curtas de 12m de comprimento, executadas exclusivamente em solo. Os custos unitários finais (incluindo os custos fixos de mobilização/desmobilização de equipamento e execução de provas de carga, juntamente com a execução das estacas propriamente ditas) comparados com a solução corrente para "fundações especiais" em Linhas de Transmissão, isto é: estacas metálicas em perfil duplo I 10" ou I 12", concluindo-se que são ambos da mesma ordem de grandeza. São também discutidos os critérios utilizados nessa análise, mostrando-se que as fundações mencionadas são efetivamente comparáveis, por terem as estacas aproximadamente a mesma capacidade de carga e blocos de coroamento de mesmas dimensões. Em seguida são comentados os custos de estacas injetadas, no caso de solos com ocorrência de substrato rochoso ou matacões, com base num exemplo concreto. A análise técnica foi restringida aos aspectos fundamentais da questão a partir dos tipos de estacas injetadas executados no Brasil, tendo em vista sua aplicação em Linhas de Transmissão. Dois fatores decisivos são discutidos detalhadamente: a influência da pressão de injeção na capacidade de carga das estacas e a confiabilidade do desempenho das estacas injetadas. Finalmente, são apresentadas as conclusões do trabalho, juntamente com algumas recomendações e restrições técnicas, quanto ao uso de estacas injetadas como elemento de fundação para Linhas de Transmissão.
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