Mais informações

Davide, Antônio et al. Comportamento de espécies florestais em área de depleção do reservatório da Usina Hidrelétrica de Camargos - Itutinga, MG. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA, 14., 1997, Belém. Anais... Belém, 1997.
Clique no nome do(s) autor(es) para ver o currículo Lattes:

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 1 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: Nenhum co-autor encontrado

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 1 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: Nenhum co-autor encontrado

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 1 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: Nenhum co-autor encontrado

Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 1 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: Nenhuma citação encontrada
Índice h: Indice h não calculado  
Co-autores: Nenhum co-autor encontrado

Resumo

O objetivo do trabalho foi analisar o comportamento de espécies arbóreas e arbustivas, em área de depleção da UHE Camargos, No experimento 1 plantou-se salgueiro, ingá-doce, sangra-d’água, sesbania, acapurana e pinha-do-brejo, em seis cotas. No experimento 2 plantou-se, em seis cotas inferiores, sebastiana, ingá-mirim, itaubarana, salgueiro, sangra-d’água e sesbania. No experimento 1, ingá-doce apresentou maior sobrevivência, aos 52 meses. Pinha-do-brejo teve 100% de mortalidade antes da primeira inundação. Ingá-doce e salgueiro apresentaram as maiores alturas. No experimento 2, aos 39 meses, salgueiro apresentou maiores sobrevivência e altura. Ingá-mirim e sangra-d’água não sobreviveram à primeira inundação.
-