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LORIGGIO, Daniel Domingues. Considerações sobre o estado limite último de instabilidade de estruturas de madeira. In: ENCONTRO BRASILEIRO EM MADEIRAS E ESTRUTURAS DE MADEIRA, 6., 1998, Florianópolis. Anais... Florianópolis: IBRAMEM, 1998. p. 193-204.
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Número de Trabalhos: 4 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
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Resumo

Os modelos teóricos utilizados para representar o comportamento estrutural de peças de madeira submetidas à flexo-compressão sofreram grande modificação com a atualização da NBI I Cálculo e Execução de Estruturas de Madeira. Pilares esbeltos eram estudados, antigamente, com o auxílio do Modelo da Flambagem e com a segurança introduzida no projeto através do Método das Tensões Admissíveis. Atualmente esse tipo de estrutura deve estudado pelo Método dos Estados Limites, com a segurança introduzida semi-probabilísticamente. No caso de peças esbeltas, devem ser levados em conta o feitos das não-linearidades geométrica e física, e a peça, em alguns casos, pode atingir o Estado Limite último da Instabilidade. As noções desse novo enfoque são conhecidas nas estruturas de Concreto Armado, mas ainda não foram suficientemente discutidas no âmbito das estruturas de madeira. Além disso, mesmo em termos de normalização, existem diferenças entre os procedimentos de verificação adotados e as linhas gerais que regem o Estado Limite Último de Instabilidade. Neste trabalho foram expostas as idéias fundamentais referentes aos modelos da Flambagem, dos Efeitos de Segunda Ordem e o da Instabilidade, que são modelos teóricos possíveis na análise de peças de madeira submetidas à flexo-compressão. Foram apresentadas comparações entre os diversos procedimentos de norma, tanto para peças curtas como para peças esbeltas. Procedimentos baseados no diagrama Momento Fletor x Esforço Normal x Curvatura com a utilização de Processo do Pilar Padrão, que são procedimentos correntes em estruturas de Concreto Armado foram adaptados para o uso em madeiras. Finalmente são introduzidos procedimentos alternativos, de modo a permitir uma melhor integração entre os procedimentos de verificação de segurança e os de análise estrutural computacional, com a inclusão dos efeitos da não-linearidade, geométrica.
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