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SOUZA, Acir Mércio Loredo et al. Determinação experimental dos efeitos do vento sobre uma torre de telecomunicações de concreto armado. In: SIMPÓSIO EPUSP SOBRE ESTRUTURAS DE CONCRETO, 4., 2000, São Paulo. Anais… São Paulo: USP, 2000.
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Resumo

Este trabalho apresenta os resultados do estudo em modelos reduzidos aeroelásticos da ação do vento sobre uma torre de telecomunicações de concreto armado de 90 metros de altura, com freqüência fundamental f1 = 0,29Hz, a ser construída em Porto Alegre, RS, Brasil. Os ensaios foram realizados no Túnel de Vento Prof. Joaquim Blessmann da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O principal objetivo do estudo é a definição das solicitações atuantes no bloco de fundação, produzidos pela ação do vento atuante na Torre. Estas são: valor médio, desvio padrão e valor de pico do momento fletor na direção do vetor de velocidade média do vento; valor rms e valor de pico do momento fletor perpendicular à direção do vetor de velocidade média do vento. Adicionalmente são determinados os deslocamentos máximos esperados para a estrutura em decorrência destas ações. Os resultados indicam um momento fletor na cota do topo do bloco de fundação da ordem de 175 MNm. Este valor é válido se forem aceitas as recomendações da norma brasileira NBR 6123 no que se refere à velocidade de projeto. Resultados teóricos e experimentais indicam que as solicitações de projeto são governadas pelos efeitos longitudinais da ação do vento admitindo-se que o amortecimento da estrutura a ser construída não resulte significativamente menor que 1%. Na hipótese de que esta última condição não se verifique, poderiam ocorrer deslocamentos transversais devido a desprendimento de vórtices da ordem de 1 (um) diâmetro da estrutura, o que implicaria no colapso da mesma (instabilidade aerodinâmica por desprendimento de vórtices). As acelerações de pico estimadas a partir dos ensaios em túnel de vento sugerem que a situação de conforto humano na região próxima ao topo da Torre se caracterizará como de grande desconforto. As velocidades médias do vento associadas com as referidas acelerações (a 10m de altura, de 10 m/s e 15 m/s), são consideradas neste estudo como muito freqüentes dadas as características topográficas do entorno da torre.
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