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GEBARA, Dib et al. Desempenho de dois tipos de injetores de ar na transferência de oxigênio em reator aeróbio de leito fluidizado. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 21., 2001, João Pessoa. Anais… João Pessoa: ABES, 2001.
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Resumo

A operação dos reatores experimentais de leito fluidizado, com 6 m e 12 m de altura, iniciou-se com a utilização de injetores de pedra de vidro sinterizado, visando produzir bolhas uniformes e de menor diâmetro possível, que, com o tempo de operação, revelaram-se pouco robustos, sendo substituídos por injetores de PVC perfurado com orifícios de 1mm de diâmetro. A mudança obrigou à caracterização dos novos injetores quanto ao seu comportamento na fluidização e aeração do leito. Portanto, apresentam-se neste trabalho os resultados quantitativos, quanto ao coeficiente de transferência de oxigênio (Kla), dos dois tipos de injetores de ar utilizados no tratamento de esgotos domésticos com reatores aeróbios de leito fluidizado. A profundidade de submergência em cada reator foi mantida a mesma para a nova configuração dos borbulhadores. O coeficiente de transferência de oxigênio, contrariamente ao esperado, não diminuiu com o aumento dos orifícios do injetor, mostrando-se semelhante para as duas configurações. Entretanto, sob o aspecto qualitativo, o borbulhador de PVC resultou em um leito mais homogêneo, com menor tendência ao pistonamento, permitindo utilizar de vazões de ar maiores do que na configuração antiga com pedra porosa. Este comportamento assume grande importância na suspensão das partículas e nas condições hidráulicas para garantir melhor formação do biofilme.
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