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GIANSANTE, Antônio Eduardo. Determinação das taxas operacionais das lagoas aeradas de tratamento de esgotos sanitários de Jundiaí. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 21., 2001, João Pessoa. Anais… João Pessoa: ABES, 2001.
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Resumo

A determinação das taxas de operação de uma estação de tratamento de esgotos sanitários é feita normalmente a partir da análise de características como demanda bioquímica de oxigênio - DBO, demanda química de oxigênio - DQO, teor de coliformes fecais e a remoção de sólidos. Para este artigo, foram utilizados os dados referentes aos anos de 1999 e 2000 nos meses em que os dados foram coletados separadamente nas lagoas aeradas e nas de sedimentação, pois, de acordo com o contrato de operação, o monitoramento é permanente, porém no afluente e efluente da estação de tratamento de esgotos de Jundiaí. Os valores desagregados serviram de base para que se estime a taxa de remoção de DBO de cada unidade. A estação depuradora é composta por duas lagoas aeradas, seguidas de quatro de sedimentação, duas para cada aerada respectivamente. As taxas volumétricas operacionais obtidas a partir dos dados de 1999 e 2000 para as lagoas aeradas 1 e 2 são respectivamente iguais 57,2 e 35,4 gDBO5/m 3 .dia, enquanto as superficiais são 2973 e 1840 kgDBO/ha.dia. Essas taxas devem ser comparadas com aquelas provenientes da literatura, de 20 a 30 gDBO/m 3 .dia ou 100 a 300 kgDBO/ha.dia. De fato, é constatado que as taxas volumétrica e superficial estão na faixa esperada ou próxima a esta. Note-se que os resultados até aqui obtidos apontam que a lagoa aerada 2 vem apresentando uma eficiência de remoção inferior a 1. A continuidade do monitoramento possibilitará a obtenção de taxas efetivas para as condições reais verificadas, de forma a ser possível utilizá-las no dimensionamento de outras estações de tratamento de esgotos que utilizem o mesmo processo.
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