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OLIVEIRA, Beatriz Santos de. O que é arquitetura?. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL PSICOLOGIA E PROJETO DO AMBIENTE CONSTRUÍDO, 2000, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: UFRN, 2000. p. 465 - 472.
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Dados do autor na base InfoHab:
Número de Trabalhos: 1 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
Citações: 1
Índice h: 1  
Co-autores: 7

Resumo

Fazemos aqui uma aproximação à arquitetura pela via fenomenológica, interrogando-a para compreender o que ela é. Por esta reflexão, vamos encontrá-la como um fenômeno que está presente em todas as coisas, enquanto é instauração de uma espacialidade no mundo por um corpo polarizado por suas tarefas e, consequentemente, operação primária que este realiza inaugurando uma ordem. Sendo, então, atividade, no sentido originário de uma atividade transformadora e ordenadora que é a própria condição de existência, podemos compará-la a um jogo que dá-se através de atos primordiais de ordenação e construção, atos como: adicionar-subtrair, alternar, antepor-pospor, apoiar, etc. Tal reflexão fenomenológica da arquitetura amplia-se em um trabalho de multimídia (CD-rom Arkhé), onde estes atos estão colocados na sua absoluta reversibilidade e transitividade na construção de um universo de sentido.

Abstract

Our approach here to architecture is phenomenological; we interrogate architecture itself in order to understand what it is. Through such reflection we discover architecture as a phenomenon that is present in all things, while, at the same time, finding that it is the creation of spatiality in the world by a body that is polarized by its tasks and, consequently, is one of the first things this body does to establish order. Since it is, then, activity, in the original sense of an activity that transforms and orders, which is the very condition of existence, we can compare it to a game that is played with the primordial acts of ordering and building, acts like: adding-subtracting, alternating, placing before, setting after, supporting, etc. This phenomenological reflection on architecture is expanded upon in a multimedia work (CDROM Arkhé) where these acts are placed according to their absolute reversibility and transitivity in the building of a universe of meaning.
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