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SOUZA, Marco Antônio de Lyra. Dessalinizador solar na obtenção de água potável. In: SEMINÁRIO LATINO-AMERICANO ALTERNATIVAS TECNOLÓGICAS PARA HABITAÇÃO E SANEAMENTO, 1987, Olinda. Anais... Olinda: MHU/PNUD, 1987. p. 265 - 272.
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Número de Trabalhos: 1 (Nenhum com arquivo PDF disponível)
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Resumo

Dadas as dificuldades de se encontrar mananciais de água adequados para consumo humano na região do semi árido do Estado de Alagoas, a este quadro se superpõe a concorrência de formações geológicas constituídas de rochas cristalinas, onde a possibilidade de se encontrar água subterrânea de qualidade aceitável está em torno de 18%, principalmente, devido ao pequeno volume de fraturas ou vazios, que caracterizam o reservatório neste tipo de formação, bem como, o alto teor de salinidade da água encontrada (média de 6.000 ppm de sais dissolvidos), tem sido alvo de constante preocupação dos técnicos ligados ao setor a dessalinização dessa água, visando obter resultados que atendam as necessidades das comunidades economicamente carentes. Poucas são opções para as autoridades locais: dessalinização por osmose reversa, troca de íons, separação por congelamento, etc. Porém, estes sistemas além de altos investimentos, requerem custos de manutenção técnica incompatíveis com os níveis de capacitação municipal. Resta apenas o processo já consagrado pelo uso, embora pouco empregado, do destilador solar. O destilador é sem dúvida, um dos equipamentos de uso mais simples, além de indiscutível eficiência, principalmente na região do semi-árido alagoano onde a Radiação Solar Média diária direta é de 3.8x106 cal/m2 dia (4.41 kwh/m2 dia).
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