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SILVA, F. J. et al. Fratura em compósitos de cimento geopolimérico. In: CONGRESSO DE ENGENHARIA CIVIL, 5., 2002, Juiz de Fora. Anais…Juiz de Fora: UFJF, 2002.
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Resumo

A ativação alcalina de compósitos à base de cimento de Portland, escória granulada de alto forno e pozolanas abre novas oportunidades para a produção de cimentos especiais com propriedades diferente daquelas apresentadas pelo cimento Portland comum. Neste trabalho, um cimento polimérico inorgânico à base de metacaulim, de alta resistência inicial e curável a temperatura ambiente, chamado geopolímero, foi obtido e as resistências mecânicas foram avaliadas. Para estabilizar a matriz de cimento geopolimérico e melhorar sua tenacidade à fratura, foram usadas microfibras de wollastonita natural em volumes de 0 a 5%. A metodologia usada foi baseada na mecânica da fratura não-linear, desenvolvida para materiais quasi-frágeis. As propriedades de fratura, representadas pelas curvas de GI s , os parâmetros de fratura KIc s e CTODc assim como a resistência à compressão, à flexão e à tração indireta foram determinadas e comparadas com as propriedades de um cimento Portland de referência, com os mesmos volumes de fibra. A adição de microfibras de wollastonita como elemento de estabilização e reforço gerou resultados satisfatórios quanto à melhoria das propriedades mecânicas dos compósitos de cimento geopolimérico. Os resultados mostraram que as microfibras de wollastonita são compatíveis com a matriz alcalina e desenvolvem uma zona de transição interfacial (matriz/fibra) tão densa quanto a matriz. Foi obtido um aumento de tenacidade (KIc s e CTODc) da ordem de 26%, para um volume de fibra de 2%, o que foi considerado significante, quando comparado com os 8% de ganho obtidos nos compósitos de cimento Portland. A extensão crítica efetiva da trinca (.ac) também mostrou uma melhoria significante. Todas as outras propriedades mecânicas foram melhoradas com a adição de wollastonita, inclusive a resistência à compressão.
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